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Paródia musical sobre a Casa dos Segredos.

Música: Robin Thicke Blurred Lines. (C) 2013 Star Trak, LLC

Letra: António Raminhos e Luís Filipe Borges

Direcção artística e edição: David Antunes

Interpretação: Pedro Fernandes, António Raminhos e Luís Filipe Borges

Letra/Lyrics:
Toda a gente a ver
Hey, hey, hey
Hey, hey, hey
Hey, hey, hey

Se tu não percebes o que te estou a dizer
Se não consegues ler nem sequer escrever
Se calhar és cego,
Se calhar és surdo
Ou então és só burrrrrrro
[Pharrell:] Toda a gente a ver

Ok até és bonita e queres ser famosa
Mas quando abres a boca pareces uma morsa
Entras numa casa
Hey, hey, hey
Toda gente se passa
Hey, hey, hey
Isso tem muita graça

Há quem diga que são uns anormais
Eu cá não acho
São só uns burros
Que andam aos murros
És uma “boa” menina
É o que pensam os teus pais
Lá em Santa dos Negrais
Na festa de Natal
Nem sabem que fazes anal
Na Casa dos Segredos
Para ser “expansiva”
Nem sabes o que isso é
Há sempre um gay
Até parece lei
Só p’ra parecer bem
E fala com a mãe
[Pharrell:] Toda a gente a ver

Umas sentem-se insultadas
Falam quase português
Mas quando olhas para elas
É só as mamas que tu vês
E são bem boas
Hey, hey, hey
Só me apetece agarrá-las
Hey, hey, hey
E apalpá-las
Hey, hey, hey

OK este programa está mais do que visto
Gente que em vez do cérebro tem um pequeno quisto
E que tem segredos
Hey, hey, hey
Como ver os mortos
Hey, hey, hey
E sexo com potros
Hey, hey, hey

Há quem diga que são uns animais
Eu cá não acho
Apesar de terem cio
E gostarem à canzana
Nunca foram à escola
Mentira, foram
Mas depois saíram
Tinham outros sonhos
Como fazer nenhum!

Ficar numa casa
Dizer que tem namorado
Enquanto mete a língua noutro
Todos têm truques
Para nos encantar
Só que nenhum deles
Passa por pensar

Uma coisa eu vou-te dizer
Alpendre não é coisa que num atlas vá aparecer
Da ilha da Madeira a Santa Maria da Feira, tu
Todas diferentes todas iguais, só mamas e cu
e nelas a boca é só mais um buraco
a envergonhar a família toda no confessionário
_Agora eles, arraçados de armário
Todos alaranjados_ do solário
_Se a estupidez pagasse imposto, ai
‘tão Portugal era mais feliz que o Hawai
Em duas palavras, esteróides e silicone
Mudam-se as moscas mas é sempre o mesmo clone
Só bimbas, _só grunhos, _mais a Teresa
E os trocadalhos do carilho
Se foi a isto que chegou a nossa natureza
Meus, então ‘tamos metidos num belo sarilho.

Debaixo dos lençóis, e mete, e tira
Os meus pais estão a ver, e a minha avó
Vou só fazer um bobó! Fazer um bobó! Bobó! Ohohhhhhh

Olha pra o meu corpo. Sou tão musculado
És a minha princesa, vou ser teu namorado
E também daquela ali
Hey, hey, hey
E da outra ao fundo
Hey, hey, hey
E se calhar até do gay

Todos querem dar nas vistas
E fazer «presenças»
Em Freixo de Espada à Cinta
Diz que tem bué da pinta
Depois acabou
De-sa-pa-re-cem

Só cá fica a Teresa Guilherme
E outro qualquer paquiderme
Não passam duns alpinistas
Sobem na horizontal
P’a eles tudo é normal
E a fama um bacanal
Só p’ra aparecer nas revistas
E acabar no lixo
Esquecido que nem bicho