“…nós temos é doentes a mais. E o ministério está atento a esta situação. Tanto que estamos a estudar duas medidas para diminuir o número de pacientes por médico. Uma é esta: uma brigada de funcionários do ministério da saúde vai andar atrás dos cidadãos a dar-lhes bons conselhos. Trata-se de uma brigada de 5 a 10 funcionários que perseguem as pessoas na rua, a dizer: “Ó minha senhora, agasalhe-se. Eh, o sr. está a fumar? Coma antes uma peça de fruta, que lhe faz melhor.” Por exemplo. Vão para junto de roulottes chatear a malta que come bifanas. Iniciativas boas.
Outra medida: um investimento, repare, nuns patins. Para dotar o corpo clínico de patins que tornem os médicos mais rápidos. E um grupo de recepcionistas atentas aos casos mais graves, que vão chamando: “Patinador ao sarampo! Patinador à tuberculose!” in Mixórdia de Temáticas
“Bom dia. Olhe, é para dizer que sou contra a Violetta. Sabe uma coisa que eu lhe vou dizer? Isto vai chocar muita gente, mas é a verdade que eu sinto: tenho muitas saudades do Noddy. Ao menos, no tempo do Noddy havia respeito. Não era esta pouca vergonha. Porque a Violetta, na primeira série, apaixonou-se pelo Tomás. Depois, já gostava do Léon e agora é o Diego. Mais uma temporada ou duas e esta menina passa Buenos Aires toda a pano. E a Ludmila é outra galdéria. Enquanto o Noddy era um homem sério, era um indivíduo que tinha o seu negócio do táxi e queria trabalhar. E eram episódios pequeninos. Os da Violetta, às vezes um gajo quer ver a bola e só vê a segunda parte porque a Priscila empurrou a Violetta por uma escada abaixo e não se pode ver mais nada na televisão.” in Mixórdia de temáticas
A Sra. estava satisfeita com a “RED”, mas a “RED” não estava satisfeita com ela.
Mais à frente, a Sra. não estava satisfeita com a “RED” e a “RED” continuava insatisfeita com a Sra.
No fim, o operador chamou-lhe “esquizofrénica” e ela lá concordou que o filho merecia ser espancado.




